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Roma, non basta una vita!

  • Writer: Andréa Hagen
    Andréa Hagen
  • Apr 15, 2017
  • 6 min read

A imponente capital italiana continua sendo um dos melhores destinos de viagem.

A melhor forma de conhecer a cidade é andando a pé. Igrejas, fontes e praças da cidade mostram toda a grandiosidade de mestres como Michelangelo, Caravaggio e Bernini.

Muitas de suas atrações são gratuitas e os trabalhos de grandes mestres como Michelangelo, Bernini e Caravaggio são encontrados e podem ser admirados em igrejas e espaços abertos da cidade.

Atrações como o Colosseo e os Museus do Vaticano são importantes - não deixem de visitá-los. Comprem as entradas via internet com antecedência e evitem as filas longas.

A culinária romana é simples e muito saborosa. Um prato imperdível é o "Cacio e Pepe" - um spaghetti com queijo Pecorino e pimenta do reino. Experimentem as "pizza bianca" - que não levam molho de tomate e sim uma camada generosa de queijo antes do recheio - e o supplì, um delicioso bolinho frito de arroz. As massas com os molhos carbonara, amatriciana e alla gricia também são sensacionais. As alcachofras fritas também são famosas e vale a pena experimentá-las.

As fontes de água da cidade não são apenas decorativas mas oferecem água potável. Encha as garrafas sem medo!

Roma, assim como outras grandes cidades européias, nunca será conhecida em uma visita rápida. Há muito para ser visto e visitado. Priorize o que quer ver. Traga disposição, roupas e sapatos confortáveis.

Para visitar as igrejas tenha os braços e colo cobertos.

Achei a cidade extremamente bem policiada. Muitos controles estão sendo feitos com detectores de metais nas principais atrações. Vimos brigas entre os garçons - para ganhar os clientes - em alguns estabelecimentos. Se souber esperar, acabarão lhe oferecendo o prosecco ou a sobremesa gratuitamente! Dia #1 Dedicamos o primeiro dia ao centro histórico de Roma. Começamos pela Via del Corso, uma das principais ruas de comércio da cidade; Seguimos para a Piazza del Popolo, uma das praças mais belas de Roma: visite as igrejas gêmeas de Santa Maria dei Marcoli e de Montesanto. Há também a conhecida Igreja Santa Maria del Popolo que tem obras de Caravaggio ao lado do altar;

Piazza Navona com suas três belas fontes e prédio da embaixada brasileira;

Piazza di Spagna: uma das praças mais belas, conhecidas e visitadas em Roma. Há muitas lojas de grifes nas ruas próximas à praça;

Fontana de Trevi: projetada em 1762 pelo papa Clemente XII e realizada por Nicola Salvi. Não se esqueça de jogar sua moeda e torcer para retornar. A moeda deve ser lançada com a mão direita sobre o ombro esquerdo; Pausa para o almoço no restaurante "That's Amore", na Via in Arcione nr.115. Fica bem próximo a Fontana de Trevi, foi dica de um casal de amigos e nossos pratos estavam deliciosos. Seguimos para o Pantheon, construção do ano 27 a.C e ainda muito bem preservado.Hoje abriga os sarcófagos de reis italianos e figuras importantes da história italiana. A cúpula permite a entrada da luz e da água da chuva - que é drenada por pequenos orifícios no chão. A entrada é gratuita, pelo menos por enquanto (já falam que será aplicado o valor de 3 Euros em futuras visitas).

Campo dei Fiori, outra linda praça com várias lojas, restaurantes e cafés. Tomei um Hugo, drink refrescante preparado com prosecco e folhas de hortelã;

Jantar em Trastevere, um bairro judeu-romano com lindas ruas estreitas, muita música e ótimos restaurantes.

Dia #2

No segundo dia passamos pelo gigante Monumento a Vittorio Emanuele II e visitamos o Coliseu - talvez o monumento mais emblemático da cidade, Palatino e Fórum Romano.

O Coliseu foi construído por ordem do imperador Vespasiano e concluído durante o governo do seu filho, Tito. As atividades do Coliseu foram encerradas em 523 d.C mas o monumento é ainda um dos mais grandiosos de Roma.

O Fórum Romano foi o centro da cidade durante o império e reunia as construções mais importantes como os órgãos do governo, tribunais, templos religiosos além do comércio.

Não tenha pressa. E muita paciência com a multidão de gente! A sinalização é muito falha. A fila de entrada ao Palatino + Foro Romano ao sair do Coliseu é confusa. A formada do lado esquerdo é reservada para grupos com guias. A do lado direito é para quem tem ingresso ou o Roma Pass. Farão com que você retorne caso esteja na fila errada. Observe e pergunte!

Há quem prefira começar a visita pelo Fórum Romano, que tem filas bem menores do que as do Coliseu. No entando o percurso será de subida ao Palatino.

Quem entra pelo Coliseu tem uma subida mais amena ao Palatino e depois apenas descerá algumas escadas em direção ao Fórum Romano. Esta foi a nossa escolha.

No Palatino há um mirante com uma vista bem bonita do Fórum Romano. De lá também é possível ver o Monumento de Vittorio Emanuele II.

Retornamos à Fontana de Trevi e a Piazza di Spagna.

Jantamos no restaurante Armando al Pantheon. O local foi inaugurado em 1961 e é muito elogiado em várias reportagens e blogs gastronômicos. A especialidade é comida romana. O local é administrado pela mesma família há várias gerações. Vimos muita gente entrando e os funcionários se desculpando porque não é possível jantar alí sem uma reserva antecipada. A nossa experiência foi magnífica e o restaurante é um dos melhores em que já estivemos. Peça uma das entradas do dia. Preste atenção as detalhes do vinho contados pelo sommelier. Nossos pratos, todos, estavam excelentes.



Dia #3

Dedicamos o terceiro dia aos Museus do Vaticano & Basílica de São Pedro.

O Tratado Latrão entre o Papa Pio XI e o governo italiano criou em 1929 o Vaticano, o menor estado independente do mundo.

O Vaticano é protegido por sua própria milícia: os curiosamente uniformizados guardas suíços.

Tínhamos feito a reserva antecipada, com hora marcada, e mesmo assim tivemos um atraso de 20 minutos.

Quem não faz a reserva antecipada das entradas para os museus tem que aguardar em uma fila imensa. Gigante mesmo.

Selecione o que você gostaria de ver porque é impossível ver tudo em uma só visita.

O correto é usar o termo Museus do Vaticano por se tratar de um complexo com uma vasta coleção: Pinacoteca, Museu Egípcio, Museu Etrusco, Antiguidades Gregas e Romanas, Antiguidades Cristãs, Arte (séculos 12 ao 18 e 19 ao 21), Tapeçaria além das Salas de Rafael e Capela Sistina onde estão algumas pinturas mais importantes da história dos mestres Rafael, Bernini,Michelangelo e Botticelli.

Foi muito difícil circular no museu com tanta gente. E foi complicado encontrar espaço para a leitura ou fotografia.

O acervo atrai muitos turistas e a Capela Sistina continua sendo o ponto alto da visita. O local é usado para o conclave, processo pelo qual um novo papa é escolhido. Não é possível fotografá-la, há muitos funcionários controlando público e pedindo silêncio todo o tempo.

Dos museus seguimos para a Piazza San Pietro que tem capacidade para 300 mil pessoas. A direita ficam os prédios com os aposentos do Papa e no centro há o Obelisco Egípcio trazido de Heliópolis.

No local da Basílica de São Pedro havia uma igreja do século IV. A estrutura atual foi iniciada no século XVI e finalizada mais de um século depois.

A entrada é gratuita mas a fila é gigante e muito desorganizada. Há um controle como nos aeroportos.

A direita da entrada principal está a Pietà de Michelangelo protegida depois de sofrer um ataque em 1978.

A Basílica é incrível, imponente e rica em detalhes. Não desista de visitá-la. Seguimos para o Castelo San' Angelo, atravessamos a ponte admirando as belas estátuas de anjos do mestre Bernini e seguimos pela Via dei Coronari - uma rua lindíssima com muitas lojas interessantes, cafés/sorveterias/restaurantes e galerias de arte.


Procure pela Gelateria del Teatro, uma sorveteria artesanal que trabalha com frutas da estação e que tem a cozinha bem ao lado, exposta por uma parede de vidro. Muito interessante ver os funcionários preparando os gelatos.


Jantamos no Must-go Alfredo alla Scrofa, restaurante aberto em 1908 onde é servido o famoso Fettuccine Alfredo, que carrega o nome do primeiro dono do restaurante, responsável pela fama do prato no mundo todo. Sensacional.


Dia #4

Passamos pela Piazza del Popolo e subimos aos jardins da Villa Borghese. A vista da cidade é linda daqui.


Caminhamos até a igreja Trinità dei Monti, conhecida por sua localização, acima das escadarias da Praça da Espanha.

Descemos a monumental escadaria, com 135 degraus, inaugurada pelo Papa Bento XIII em 1725. A obra foi realizada por um financiamento dos franceses para interligar a embaixada da Espanha à igreja no alto do morro.


Fomos almoçar no restaurante Il Chianti Vineria, próximo a Fontana de Trevi, na Via del Lavatore 81-82a.

Continuamos a caminhada pelo centro histórico e passamos na Piazza di Pietra e pelo badalado Salotto 42, um bar bem bacana.

Voltamos ao Pantheon e fomos tomar mais um sorvete no Giolitti - aberta em 1900 e considerada uma das melhores sorveterias da cidade. Fica na Via degli Uffici del Vicario 40.

Caminhamos pela Via Margutta, considerada uma das ruas mais belas do mundo. Ela é realmente linda!


A noite fomos comer uma pizza no Da Poeta em Trastevere. O restaurante é bem simples mas a pizza é sensacional!

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